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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Vigilância Epidemiológica confirma primeiro caso de H1N1 em Angatuba

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A Vigilância Epidemiológica de Angatuba (SP) confirmou, nesta quinta-feira (5), o primeiro caso de gripe H1N1 na cidade. Segundo o coordenador do órgão, Anderson Claiton de Albuquerque, a paciente é uma mulher de 63 anos. A doença foi contraída no fim de abril e foi diagnosticada através de exame médico em uma clínica particular da cidade.  “A gente tem acompanhado o caso dessa paciente. Ela recebeu alta, está bem e faz parte do grupo de risco que é vacinado contra a doença.”

Ainda segundo Anderson, Angatuba tem ainda outros 12 casos suspeitos da doença. “No caso dos outros casos, os exames estão sendo analisados no Instituto Adolfo Lutz. Existe uma demora porque o instituto atende todo estado de São Paulo”, explica.

Região
Em Itapetininga (SP), dois casos da doença foram registrados, sendo que em um deles a paciente, uma menina de 1 ano,  morreu. Segundo a prefeitura, a criança tinha complicações de saúde e morreu no Hospital das Clínicas da Unesp de Botucatu (SP).

Em Avaré (SP), dois casos confirmados da doença foram divulgados no dia 18 de abril e aconteceram no início do mesmo mês. Os pacientes são um casal de gêmeos, de 6 anos. De acordo com o órgão, as crianças reagiram bem ao tratamento e já estão em recuperação nas próprias casas.

Em Tietê (SP), uma menina de 2 anos foi diagnosticada com gripe H1N1, segundo divulgou a Vigilância Epidemiológica no dia 19 de abril.  De acordo com a médica da Vigilância,  Érica Pellison, a doença foi confirmada no dia 15 do mesmo mês através de exame clínico, isto é, após avaliação médica e foi o primeiro caso da cidade.

Prevenção
Qualquer pessoa que estiver com os sintomas da gripe H1N1, que são febre, tosse, dores no corpo ou dor de garganta, deve procurar o posto de saúde mais próximo ou o hospital. Caso seja confirmado, o paciente é tratado isoladamente e faz uso de medicamento Tamiflu.

Até 23 de abril o país registrou 290 mortes pela doença, divulgou a Ministério da Saúde na terça-feira (3). Segundo a pasta, ao todo, foram 1.571 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 até 23 de abril. A SRAG é uma complicação da gripe -- o total de casos no período, incluindo todos os tipos, foi de 15.513.

Fonte: Do G1 Itapetininga e Região

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