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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Madeireiros de Rondônia denunciam apreensão de madeira legalizada no Mato Grosso

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Empresários do setor madeireiro denunciam que a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), do Mato Grosso, estaria apreendendo as cargas de madeira que saem de Rondônia, legalizadas e certificadas, com destino ao Sul e Sudeste do país.

A denúncia foi apresentada ao deputado Ribamar Araújo (PT), que acompanhou uma comitiva de madeireiros que se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PP), e os deputados estaduais Edson Martins (PMDB), Jean Oliveira (PSDB), Hermínio Coelho (PSD) e Jesuíno Boabaid (PTdoB).

O relato é de que mais de 100 caminhões teriam sido apreendidos nas cidades de Alto Araguaia e Sonora, no Estado vizinho. “A madeira sai legal daqui de Rondônia, fiscalizada pela Sedam, pelo Ibama e com toda a documentação necessária, com destino ao Sul e Sudeste. Mas, sem nenhuma motivação, os caminhões que apenas estão passando pelo Mato Grosso, estão sendo apreendidos”, explicou Ribamar.

Maurão se inteirou do problema e acionou o secretário da Sedam, Vilson Sales, para uma reunião que discutiu o impasse. “Não podemos aceitar que quem está trabalhando de forma legal seja penalizado, marginalizado e impedido de exercer a sua atividade. O Mato Grosso não pode fazer esse tipo de ação, pois prejudica a nossa economia e penaliza a quem está trabalhando de forma legalizada”, observou.

Reunião com o secretário

O secretário Vilson Sales foi informado sobre o problema. Madeireiros relataram que, após a apreensão, a multa é aplicada no CPF do motorista do caminhão, ao invés de ser na empresa madeireira. E o pior: o material apreendido sem nenhuma perícia oficial é leiloado em até 10 dias, um tempo muito rápido, que não permite sequer a apresentação da defesa.

Sales se comprometeu em buscar uma solução junto à Sema do Mato Grosso. “Vou acionar a secretaria e verificar o que está ocorrendo. O fato é que a madeira sai de Rondônia com toda a documentação necessária e não teria motivos para a apreensão”, completou.

Os madeireiros asseguraram que estão agindo dentro da lei e que não pedem nenhum benefício ilegal, mas apenas que os direitos sejam respeitados e que não sejam marginalizados.

Fonte:DECOM

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